Acompanho bebês e crianças neurodivergentes, com atraso do desenvolvimento e disfunção do processamento sensorial, com Integração Sensorial de Ayres e Conceito Bobath — sempre em parceria com as famílias.

Todo mundo tem suas preferências, e cada criança tem seu ritmo. Mas alguns comportamentos, quando são frequentes e atrapalham a rotina, merecem um olhar mais atento. Veja se você reconhece seu filho em algum destes sinais:
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Marcou alguns itens? Isso não é um diagnóstico, mas pode ser um sinal de que vale investigar. Uma avaliação em terapia ocupacional ajuda a entender o que está por trás desses comportamentos e qual é o melhor caminho para o seu filho.
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Para crianças com disfunção do processamento sensorial: por meio do brincar intencional, ajudo seu filho a regular-se, explorar o mundo e participar com mais tranquilidade do dia a dia.
Tratamento neuroevolutivo para bebês e crianças com atraso do desenvolvimento, estimulando o controle motor, a funcionalidade e a confiança de cada pequeno.
Acompanhamento de crianças com recusa alimentar: por meio de estratégias sensoriais e do brincar, ajudo seu filho a explorar novos alimentos e a tornar as refeições mais leves.
Palestras e treinamentos para equipes de escolas públicas e privadas sobre neurodivergência, inclusão e estratégias sensoriais que funcionam na sala de aula.

Sou apaixonada pelo universo da infância e acredito que cada criança tem seu próprio ritmo. Meu trabalho é caminhar junto com a sua família, respeitando esse ritmo e celebrando cada conquista — das primeiras sustentas da cabecinha até os desafios da escola.
Atendo bebês e crianças neurodivergentes, com atraso do desenvolvimento e disfunção do processamento sensorial, sempre com um plano pensado com carinho para cada caso. Também levo essa experiência para escolas, com capacitações, palestras e treinamentos para professores e gestores.
Cada criança tem o seu jeito de sentir o mundo. O meu trabalho começa por entender esse jeito e depois ajudar a criança a ganhar mais autonomia, conforto e participação no dia a dia: em casa, na escola e na hora das refeições.
Começo com uma conversa com a família para entender a história da criança, a rotina e o que mais tem preocupado vocês. Neste momento, já começamos a criar um raciocínio clínico juntos para me ajudar a observar melhor a criança posteriormente. Num outro momento, observo a criança brincando livre, em atividades planejadas, e aplico instrumentos de avaliação. Quando faz sentido, converso ou vou até a escola observar a criança e conversar com a equipe pedagóca. Também quando necessário, faço o mesmo no ambiente domiciliar ou externo. Neste processo de avaliação, aproveito para me comunicar com toda a equipe que trabalhar com a criança para que possamos caminhar na mesma direção.
Com a avaliação concluída, monto um plano individualizado com objetivos claros e alinhados com o que é importante para a família. Apresento esse plano a vocês numa devolutiva, para que todos saibam onde queremos chegar e por quê.
As sessões acontecem no consultório, em um ambiente preparado para estimular os sentidos de forma segura e divertida. Para a criança, parece brincadeira. Por trás de cada atividade, porém, existe um objetivo terapêutico. Ao longo do processo, também oriento a família com estratégias simples para levar para casa. Em algumas ocasiões, os atendimentos podem ocorrer em ambiente domiciliar ou externo, sendo previamente combinado com a família e com base nos objetivos terapeuticos.
Periodicamente faço devolutivas com a família para mostrar a evolução, ajustar objetivos e tirar dúvidas. Quando necessário, elaboro relatórios para a escola, o pediatra, o psiquiatra ou outros profissionais, para que todos trabalhem na mesma direção.
O tempo todo, o nosso cérebro recebe informações dos sentidos: o que vemos, ouvimos e tocamos, o gosto e a textura dos alimentos, a posição do corpo e o equilíbrio. A integração sensorial é a forma como o cérebro organiza tudo isso para que a gente consiga reagir bem ao ambiente.
Em algumas crianças, esse processo não acontece de forma tão organizada. Um barulho comum pode parecer insuportável, a etiqueta da roupa incomoda muito, e certos alimentos causam aversão só pela textura. Outras crianças parecem precisar de movimento o tempo inteiro. Não é manha nem falta de limites: é o corpo dela reagindo ao que sente.
Na terapia, uso brincadeiras com movimento, toque, equilíbrio e diferentes texturas para ajudar o cérebro da criança a organizar essas informações. Com isso, situações do dia a dia ficam mais leves para ela e para toda a família.
Programas sob medida para escolas da rede pública e privada: formação em neurodivergência, adaptações sensoriais, manejo de crises e estratégias de inclusão real em sala de aula.
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